Pois, já não basta lançarem actualizações para corrigir actualizações, agora também lançam actualizações com efeitos sobre a segurança de outros programas e não se dão ao trabalho de avisar...
Eu uso o Firefox e descobri agora, graças ao sr. Luís, que a Microsoft fez o favor de conspurcar esse browser com as suas actualizações. Estou a falar de de um complemento que torna o Firefox susceptível de permitir a instalação de software (sem a nossa autorização) por parte das páginas que visitamos no nosso pc ou portátil. Ora esse problema já existe de raiz no Internet Explorer e a Microsoft pelos visto acha que é uma coisa boa.
Ora verifiquem se a entrada existe na vossa lista de Complementos instalados.
O ridículo é que o complemento não pode ser desinstalado, é necessário ir ao registo!!!
Para a Microsoft, usando as suas palavras "clearly this is a bit frustrating...".
Mas como foram apanhados, o que fez a Microsoft?
Lançou uma actualização para corrigir a actualização!!!
Segundo eles, simplifica a desinstalação do complemento sem a necessidade de mexer no registo.
Porque não incluíram desde o início essa possibilidade?
A instalação de segurança para corrigir a actualização de segurança (!!!) não remove o complemento, o que faz é permitir a desinstalação do complemento manualmente a partir da barra de ferramentas do Firefox!!!
A piada é que a Microsoft anuncia que no Windows 7 a possibilidade de desinstalar manualmente este complemento já estará contemplada...
Mas estes tipos tomam nos por parvos?
É assim que vendem os produtos? Que irão resolver os problemas gerados pelos anteriores???
Não basta ter cuidado para se ter o melhor software instalado, é também necessário ter em atenção as actualizações de segurança da Microsoft e as falhas de segurança que originam.
Como uma vez alguém me disse, "(..) se os engenheiros da Microsoft fazem assim é porque talvez seja o melhor para nós (...)".
No blog LinuxHaxor podem ser encontrados os links para 10 livros gratuitos (formato html e/ou pdf) sobre o Linux, orientados para quem se está a iniciar neste Sistema Operativo.
Pois, a Cultura não se resume a Lisboa e pouco mais.
E no "país real", onde é que existe "cultura"?
Bem, mais uma vez, as ferramentas de Código Aberto na área dos Sistemas de Informação Geográfica dão uma ajuda.
A seguinte informação foi disponibilizada por António Torres.
"O mapa de salas.net pretende ser um espaço onde seja possível visualizar a localização, tipologia e características da maioria das salas de espectáculos existentes no nosso país.
Tratando-se de um projecto colaborativo incentiva-se o utilizador a participar, adicionando as salas que conheça. Neste momento tem cerca de 260 salas de Norte a Sul do País passando pelas Ilhas.
Em breve estender-se-á ao Brasil.
Foi desenvolvido pela Faunalia.pt para o vaiumagasosa.com. Foi utilizada exclusivamente tecnologia open source.
Agradece-se a visita e a colaboração neste projecto."
Pois, eu gosto do iTunes porque ele é bom a converter cds para mp3 (excelente a quebrar a protecção dos cds protegidos mas não ouviram isso de mim..)
E também gosto de dele a gerir as bibliotecas de mp3.
Mas estou a descobrir que o aTunes gere muito bem as emissões de rádio, já posso ouvir a radar (finalmente!!) e tenho de ver como é que ele trabalha com as bibliotecas de mp3, na conversão de cds para mp3...
Parece ser algo que merece mais atenção, afinal, ele é multi-plataforma.
Apesar de eu gostar do iTunes, ele tem uma grande desvantagem, obriga à instalação do Quicktime.
Ora sendo eu um fanático por trailers, como posso estar a falar mal do Quicktime?
É que eu gosto de tirar os trailers para ver com calma quando me apetecer e o Quicktime, na sua versão gratuita, apenas permite visualizar os trailers online.
Para os poder guardar no disco é necessário ter a versão Pro ou muito simplesmente inserir um serial falso...
Pois, mas infelizmente a minha conversão ao open source obriga me a procurar alternativas.
Tenho recorrido a este programa para gerir os meus downloads a partir do Rapishare e do Megaupload.
E ele funciona mesmo.
Estes serviços de alojamento admitem 2 acessos, “public” (gratuito) e “premium” (pago).
Ora como não não vejo grande vantagem em comprar uma conta nestes serviços, como gerir o acesso na forma “public”?
Eu uso o Orbit Downloader para gerir os meus downloads mas nestes serviços de alojamento, na forma “public” isso não resulta bem.
Entra então aqui o Jdownloader.
Como é referido na página oficial do projecto:
“JDownloader is open source, platform independent and written completely in Java. It simplifies downloading files from One-Click-Hosters like Rapidshare.com or Megaupload.com - not only for users with a premium account but also for users who don't pay. It offers downloading in multiple paralell streams, captcha recognition, automatical file extraction and much more. Of course, JDownloader is absolutely free of charge. Additionally, many 'link encryption' sites are supported - so you just paste the 'encrypted' links and JD does the rest. JDownloader can import CCF, RSDF and the new DLC files.”
Ele pode assim ser utilizado por utilizadores de diferentes sistemas operativos como o Windows (XP e Vista), OSX e Linux.
É bastante simples trabalhar com ele, ele não precisa de ser instalado, é sim necessário ter o Java instalado.
Sugiro que após o download, a pasta descompactada seja colocada no directoria “Programas” ou “Program files”.
Depois devem criar um atalho do ficheiro executável e deixar esse atalho no ambiente de trabalho ou onde vos der mais jeito.
Eu pessoalmente uso a RocketDock, que me simplifica em muito o acesso a ficheiros, pastas, programas, etc..
Eu desactivei algumas opções (descompactar e unir automaticamente os ficheiros) e ainda tenho de o explorar mais o programa.
Já reparei que por exemplo quando estou a fazer downloads do Megaupload ele pede me a confirmação das letras e uma vez inseridas o download fica em lista de espera.
No Rapidshare, ele gere automaticamente o tempo de espera entre downloads, normalmente 15 minutos.
Ele aceita mais serviços de alojamento (não muitos pelo que eu reparei), sendo necessário actualizar o programa para esses serviços e pontualmente aceitar o tipo de ligação.
Para realizar downloads, basta adicionar uma série de links, escolher por exemplo todos os do mesmo documento e automaticamente ele abre a janela do gestor de downloads onde podemos verificar se os links estão activos, tamanho dos ficheiros, local para onde será realizado o download, etc..
Podem atribuir ao pacote de downloads um nome e assim controlarem melhor a informação.
Imaginem que querem retirar vários ficheiros do Rapidshare e não têm paciência para estarem a verificar os 15 minutos, bem, com esta ferramenta colocam os ficheiros em lista de espera, reservam o espaço necessário no disco (podem se esquecer que estão fazer downloads e depois ficam sem espaço) e não precisam de se preocupar mais.
Infelizmente existe um senão...
Em certos locais, é complicado retirar ficheiros de serviços de alojamento populares, pois para estes serviços os ips das redes wireless são muito semelhantes. Tive este problema na UTAD mas aqui em casa isso já não acontece.
Uma vez que o programa não é instalado, quando o sistema operativo arranca ele não é iniciado (menos lixo no arranque).
Uma muito importante nota, não se esqueçam de guardar as possíveis passwords associadas aos ficheiros, podem levar algum tempo a retirar os ficheiros e depois não fazem a mínima ideia de onde tiraram os links e não sabem como recuperarem as passords para poderem abrir os ficheiros.
No Blog de Fernando Quadro, com o mesmo nome, pode ser encontrado uma referência ao trabalho de Andrew Parker.
Ele criou uma wiki que apresenta os passos necessários para criar uma aplicação de Webmapping:
- Instalção do Linux (Ubuntu), Apache HTTP e MapServer; - Instalação do PostgreSQL com a extensão espacial PostGIS; - A criação de tabelas espacias no PostGIS; - Importação e exportação de shapefiles para o PostGIS; - Construção de uma aplicação webmapping básica com o recurso ao MapFish.
"This Wiki is a product of my Capstone Project for my Masters in Geographical Information Systems (MGIS) at Penn State University. The objective of this Wiki is to introduce open source web mapping applications from a non-developers perspective—from installing Linux OS to publishing a web map."
Ora aqui estão algumas opções Open Source (Código Aberto) para os programas que habitualmente utilizamos.
Para todos aqueles que reclamam que não têm tempo para para aprender a trabalhar com eles, bem, não se esqueçam que mais tarde ou mais cedo vão ter de pagar para usar os programas sujeitos a licenças.
Ora aqui está um post para dar cabo de muitos mitos.
Temos por hábito repetir o que ouvimos sem sequer confirmar o assunto.
Ora vejam o que tem o Peopleware a dizer sobre baterias de Lítio...
"Pois bem, após muitas horas de leitura por essa Internet fora, descobri um site credível e verdadeiramente completo e pedagógico sobre baterias de todo o tipo.
Assim sendo, venho partilhar convosco, utilizadores de portáteis, os meus conhecimentos no que toca a manutenção de baterias de lítio."