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quarta-feira, outubro 21, 2009

Uma foto vale mil opiniões

Depois de ouvir o eurodeputado Mário David opinar sobre as afirmações de José Saramago, fiquei com a ideia que o estimado eurodeputado estaria a expressar a sua opinião pessoal.

É que segundo o estimado eurodeputado, faltam a Saramago "valores que certamente desconhece mas que definem as pessoas de bom carácter".

E eu fiquei confuso, de que valores falava o estimado eurodeputado, que permitiriam definir "as pessoas de bom carácter"?


Pois, graças ao Portal Ateu, confirmei a ideia que tinha da orientação pessoal do referido eurodeputado.


Pensava que
"as pessoas de bom carácter" tinham de beijar os pés do líder supremo para mostrar a sua obediência mas afinal é como nos Sopranos...

E sempre se confirma o epíteto de "quadrilha"...


Mário David - Blog pessoal (post com a "sua" opinião)

Portal Ateu - Carta aberta ao eurodeputado Mário David

terça-feira, maio 26, 2009

Food For Thought

Pois, como a piada não funciona em português, tive de recorrer ao original.

Se querem material para pensarem por vós e não viverem reduzidos a criaturas que alegremente se contentam com o seu "good book", que umas vezes é para ser levado à letra e noutras não, podem encontrar no Atheist Movies (livros, audiobooks, vídeos) algo para se entreterem...

Atheist Movies - Página oficial

sexta-feira, maio 15, 2009

Primeiro trailer para o The Road




Cortesia Quiet Earth

Hum, espero que a Charlize não apareça assim tanto. A moça pode ser muito simpática, mas o livro trata a relação entre o pai e o filho, e o papel dela tem de ser mesmo muito secundário.

E as imagens do trailer têm cor a mais... As que já coloquei aqui indicavam um grande rigor na tentativa de representar com fidelidade o livro de Cormac McCarthy. A ver se é só para efeitos promocionais...

Hum...

Espero muito de este filme, estamos a falar de um livro muito bom.

Façam o favor de dar uma vista de olhos a ele, ou então, dispensem alguns minutos para o ouvir. O link para o audiobook está mais abaixo. A adaptação está muito boa.

Actualização

Já estive a ver o trailer várias vezes e reparei num pormenor engraçado.

Parece que eles usam o Wilhelm scream!!!


The Road - Livro - Wikipédia

The Road - Audiobook - Audiobooks For Download

The Road - Filme - Wikipédia

The Road - Página oficial

Wilhelm scream - Wikipédia

sábado, janeiro 17, 2009

Baleias e a sua origem



Cortesia A Evolução de Darwin

E já agora, na mesma página pode ser encontrada a informação de podcasts disponibilizados pela BBC, sobre Darwin. Melvyn Bragg, o responsável pelos podcasts, é um jornalista da BBC, divulgador de ciência, filosofia, literatura.

Eu vi uma conversa, muito interessante, entre vários indivíduos, desconhecidos para mim na altura, num dos canais da BBC. Serviço público ao serviço do cidadão, e a conversa era orientado por este cavalheiro.

A conversa era orientada para o tema da Evolução e os pontos de vista era totalmente novos para mim.

E agora estou a ouvir um podcast dele sobre Thoreau e também estou a gostar.

A Evolução de Darwin - Página oficial

In Our Time - BBC - Darwin (Podcasts)

Melvyn Bragg - Wikipédia

In Our Time - BBC Radio 4 - Melvyn Bragg

sábado, dezembro 06, 2008

World War Z - AudioBook

Como prometido aqui fica o livro em versão Abridged.

Infelizmente isso significa que o livro em versão papel traz mais texto que a versão Audiobook.

Mas temos direito a uma narração efectuada por actores bem nossos conhecidos e mesmo à presença do autor, Max Brooks, no papel do agente das Nações Unidas (papel que na versão para cinema rumores afirmam vir a ser interpretado pelo Brad Pitt).

Deixo aqui os primeiros 7 ficheiros, relativos à primeira entrevista.

Se gostarem do estilo, podem tirar os ficheiros rar com todo o livro.

Cada ficheiro rar é independente e não precisa dos restantes para ser descompactado.

Precisam é claro de todos se querem ter o livro completo.

Pensar que o Max Brooks é filho do Mel Brooks...

Max Brooks - Track 01 - 1.38 megas formato mp3

Max Brooks - Track 02 - 3.8 megas formato mp3


Max Brooks - Track 04 - 4.5 megas formato mp2

Max Brooks - Track 05 - 3 megas formato mp3

Max Brooks - Track 06 - 3.3 megas formato mp3

Max Brooks - Track 07 - 3.3 megas formato mp3

World War Z Mp3's Approx 6 Hrs Long 1 - 54 megas formato rar

World War Z Mp3's Approx 6 Hrs Long 2 - 63 megas formato rar

World War Z Mp3's Approx 6 Hrs Long 3 - 61 megas formato rar

World War Z Mp3's Approx 6 Hrs Long 4 - 100 megas formato rar

World War Z - Wikipédia

sexta-feira, dezembro 05, 2008

World War Z will be a HUGE Scale Zombie Movie


Upa Upa!!!

Temos novidades sobre o World War Z!!!

Oram vejam o que tem o J. Michael Straczynski a dizer sobre o assunto!!!

Eu tenho de colocar aqui o Audiobook (se o conseguir descobrir nos meus arquivos).

“Most zombie movies to this point have been small, focusing on a few people in a house. And this has got real scare. You’re in India with hundreds of boats trying to get out of there with a tidal wave of zombies. The scale of what we’re doing here is phenomenal.”

Esta cena em particular serve para demonstrar o que a Humanidade tem de melhor e o que tem de pior.

Tenho algum receio que o gore dê cabo da mensagem sempre presente no livro.

Embora não me importe de ver a batalha na Nova Zelândia retratada aqui, imaginar e ver guerreiros Maori armados com armas tradicionais a combater hordas de Zombies são coisas totalmente diferentes...

Texto completo pode ser encontrado aqui.

Cortesia /Film


World War Z - Wikipédia

segunda-feira, novembro 24, 2008

Pedro Barroso - Bonita

Para ti gatinha...



Bonita

Primeiro foram as mãos que me disseram
que ali havia gente de verdade
depois fugi-te pelo corpo acima
medi-te na boca a intensidade
senti que ali dentro havia um tigre
naquele repouso havia movimento
olhei-te e no sol havia pedras
parámos ambos como se parasse o tempo
parámos ambos como se parasse o tempo

é tão dificil encontrar pessoas assim bonitas
é tão dificil encontrar pessoas assim bonitas

atrevi-me a mergulhar nos teus cabelos
respirando o espanto que me deras
ali havia força havia fogo
havia a memória que aprenderas
senti no corpo todo um arrepio
senti nas veias um fogo esquecido
percebemos num minuto a vida toda
sem nada te dizer ficaste ali comigo
sem nada te dizer ficaste ali comigo

é tão dificil encontrar pessoas assim bonitas
é tão dificil encontrar pessoas assim bonitas

falavas de projectos e futuro
de coisas banais frivolidades
mas quando me sorriste parou tudo
problemas do mundo enormidades
senti que um rio parava e o nevoeiro
vestia nos teus dedos capa e espada
queria tanto que um olhar bastasse
e não fosse no fundo preciso
queria tanto que um olhar bastasse
e não fosse preciso dizer nada

é tão dificil encontrar pessoas assim bonitas
é tão dificil encontrar pessoas assim pessoas

Pedro Barroso - Página oficial

sexta-feira, novembro 14, 2008

Word War Z já tem um realizador


Pois é meninos e meninas, já temos realizador a bordo!

Marc Forster, que andou ocupado com o Quantum of Solace, segundo o site Ain't It Cool News.

O Michael Straczynski, autor de Babylon 5, tem a seu cargo o argumento.

Não me canso de repetir, isto tem potencial para um bom filme!

Eu não li o livro, ouvi o audio book e estava mesmo interessante!!!

A ver se coloco aqui o audio book.

World War Z - Wikipédia

quinta-feira, outubro 30, 2008

The Road

Tive o prazer de ouvir o audio book do livro The Road, de Cormac McCarthy.

Estava excelente.


Se a adaptação para cinema não trair o livro, vamos ter um grande filme para ver.


Pelas imagens que têm aparecido na net...


Viggo Mortensen é o pai.




The Road - Wikipédia

The Road - Página oficial

First Look: The Road

sexta-feira, julho 11, 2008

E se o fim fosse amanhã?


Pois, o que aconteceria se a espécie humana amanhã desaparecesse?

Eu já tinha arranjado o audiobook The World Without Us de Alan Weisman (O Mundo sem Nós na versão portuguesa) e gostei do que ouvi, está muito interessante e é dentro da minha área.

Descobri foi 2 documentários sobre este tema, Life After People do Canal Historia
e Aftermath: Population Zero da National Geographic.

Deixo aqui o vídeo para Life After People alojado no Google Vídeo.




Link directo para o download (Formato flv - 200 megas)

The World Without Us - O meu post anterior sobre este livro

The World Without Us - Wikipédia

The World Without Us - Página oficial

Alan Weisman - Wikipédia

Life After People - Wikipédia

Life After People - Página oficial

Aftermath: Population Zero - Wikipédia

Aftermath: Population Zero - Blog National Geographic

domingo, junho 29, 2008

Biblical Text-Writing May Have Poisoned Monks

Ah, a suprema ironia!

Se a leitura do "good book" é responsável pela morte de tantos, é mais do que justo que a sua elaboração seja responsável pela morte dos que queriam espalhar a "verdade".

Será talvez este um belo exemplo de justiça poética?

Texto completo pode ser encontrado aqui e aqui.

"Medieval bones from six different Danish cemeteries reveal that monks who wrote Biblical texts and other religious materials may have been exposed to toxic mercury, which was used to formulate just one of their ink colors: red.

The study, which will be published in the August issue of the Journal of Archaeological Science, also describes a previously undocumented disease, called FOS, which was like leprosy and caused skull lesions. Additionally, the researchers found that mercury-containing medicine had been administered to 79 percent of the interred individuals with leprosy and 35 percent with syphilis.

Since the monks, who were buried in the cloister walk of the Cistercian Abbey at Øm, did not have these diseases but contained mercury in their bones, scientists believe the monks were either contaminated while preparing and administering medicines, or while writing the artistic letters of incunabula, or pre-1500 A.D. books."

Fonte Discovery News

quarta-feira, junho 04, 2008

Livros científicos

Ora aqui está um blog interessante e com muitos links de páginas que "disponibilizam" livros científicos, para várias áreas.

Ora verifiquem lá sff.

Bafana Ciência - Blog oficial

terça-feira, abril 29, 2008

What Keeps Mankind Alive



What Keeps Mankind Alive?
(Weill/Brecht 1928)

You gentlemen who think you have a mission
To purge us of the seven deadly sins
Should first sort out the basic food position
Then start your preaching, that’s where it begins

You lot who preach restraint and watch your waist as well
Should learn, for once, the way the world is run
However much you twist or whatever lies that you tell
Food is the first thing, morals follow on

So first make sure that those who are now starving
Get proper helpings when we all start carving
What keeps mankind alive?

What keeps mankind alive?
The fact that millions are daily tortured
Stifled, punished, silenced and oppressed
Mankind can keep alive thanks to its brilliance
In keeping its humanity repressed
And for once you must try not to shriek the facts
Mankind is kept alive by bestial acts

William S. Burroughs - Wikipédia

Kurt Weill - Wikipédia

Bertolt Brecht - Wikipédia

Quem são os que defendem a moral e os bons costumes no nosso Portugal?

Transcrevo aqui, mais uma vez, um interessante artigo de opinião de Mário Crespo, no Jornal de Notícias de 28 de Abril de 2008.

Como sempre, a sua reflexão sobre o assunto em questão é deveras interessante.

É fácil falar de intolerância, de falta de liberdade de pensamento, e esquecer os nossos "moralistas".

Noutro dia
Igreja Católica pediu a Sócrates que controlasse o laicismo de alguns membros do PS.

Hum, o tempo que permitiu que a obra de um escritor fosse censurada por "moralistas" de meter nojo não está assim tão distante e parece estar sempre presente, à espera do momento oportuno para mais uma vez nos escravizar com os seus "valores morais".


"Notável

Uma das mais brilhantes e intensas jovens jornalistas que conheço (a ordem de adjectivos é aqui aleatória) é a Joana Latino da SIC Notícias. Certamente que há mais na sua geração com predicados igualmente assinaláveis, mas esta, eu conheço e sigo de perto o seu trabalho.

Há uns cinco anos foi a Lanzarote entrevistar Saramago. O Nobel da literatura mostrava-se ainda profundamente magoado com o disparate censório de Sousa Lara que Santana Lopes e Cavaco Silva sancionaram em 1992. José Saramago devia estar no estado de espírito do seu "anjo das condenações", como ele aparece descrito nessa obra maior da literatura mundial que é o Evangelho Segundo Jesus Cristo. A conversa foi muito na linha daquilo que Saramago pôs o anjo a dizer "Perdoar, eu, que ideia estúpida, eu não perdoo, castigo." No fim da entrevista a Joana perguntou-lhe porque é que ele não vinha viver para Portugal. Saramago disparou-lhe uma ríspida pergunta. 'Para quê?' 'Porque gostava de ir na rua e de vez em quando encontrá-lo!', disse ela.

Foi esse privilégio da proximidade humana que o instinto jornalístico da Joana detectou que tínhamos perdido. Foi isso que
António de Sousa Lara, Pedro Santana Lopes e Aníbal Cavaco Silva nos retiraram quando proibiram a participação do Evangelho Segundo Jesus Cristo num concurso ao Prémio Literário Europeu porque o livro descrevia crenças fora dos cânones da trindade governativa de então.

José Sócrates restituiu-nos agora esse privilégio do contacto com a promessa do regresso da intimidade desinibida connosco, as gentes de Saramago. Foi notável a iniciativa de honrar a sua vida e obra trazendo a Lisboa A Consistência dos Sonhos, a exposição biográfica do único Prémio Nobel da literatura que escreve em Português.

O que Saramago conseguiu com o dom da sua prodigiosa criatividade foi dar aos que falam português, e necessariamente aos portugueses, aquela gloriosa sensação de "nos sentirmos três centímetros mais altos" como alguém lhe disse na viagem pela sua terra que decidiu fazer depois de ter recebido o Nobel. Isto porque a distinção de Estocolmo, que veio seis anos depois do escritor ter sido incluído no Índex do cavaco-santânico-larismo, foi a primeira atribuída a criatividade literária expressa em língua portuguesa. Este assinalável feito, só agora, uma década passada, é que foi realmente reconhecido por um governo da República.

O Primeiro-ministro manifestou na inauguração da exposição no Palácio da Ajuda a gratidão de Portugal por tudo aquilo que o Nobel da literatura faz em prol do prestígio da Língua Portuguesa e de Portugal. Sócrates fica com o enorme mérito de ter, finalmente, feito a reparação concreta do mal incomensurável que o Estado português, numa das suas traduções executivas mais infelizes, infligiu à criatividade artística de alguém que já na altura era reconhecido internacionalmente.

A iniciativa de trazer A Consistência dos Sonhos para Portugal e de a inaugurar acompanhado de grande parte do seu governo, restitui-nos a respeitabilidade no próprio Palácio da Ajuda, a tradicional sede da cultura dos governos onde, em tempos, o disparate de Lara, a irresponsabilidade de Santana e as ausências de dúvidas de Cavaco se tinham conjurado para cobrir de ridículo todo um país. Por isso, a exposição a Saramago está agora onde deve estar, organizada com a eficácia, descrição e elegância de, finalmente, uma verdadeira política de cultura. Sem cilícios penitenciais, com actos significativos e claros, a obra de José Saramago está a ser honrada como sempre devia ter sido.


Analisar uma obra que mereceu um Prémio Nobel por reflexões feitas sobre a humanidade, o Estado, a religião, a democracia excede uma curta descrição de episódios. Mas este registo jornalístico permite que diga que me sinto "três centímetros mais alto" quando leio na New Yorker ensaios sobre a obra de Saramago onde o constante interpelar dos sistemas normativos de crenças do seu espírito é estudado por académicos e é admirado pela lucidez de um pensador empenhado na descrição do que o rodeia e de si próprio. Enquanto Lara, o repetente, diz que "voltaria hoje a fazer o mesmo" e a certeza de Cavaco descarta como "absurda" a exploração filosófica de um Prémio Nobel, eu, por mim, tal como a Joana Latino, do que eu gostava era de andar pelas ruas de Lisboa ou do Porto e de vez em quando encontrar José Saramago. Depois do que José Sócrates e António Pinto Ribeiro fizeram espero que, agora, isso vá acontecendo."

Artigo completo pode ser encontrado aqui.

Exposição José Saramago – A consistência dos sonhos

Exposição José Saramago – A consistência dos sonhos
Galeria de Pintura do Rei D. Luís
Palácio Nacional da Ajuda

24 de Abril a 27 de Julho de 2008
Todo os dias, excepto à quarta-feira, das 10h às 19h

quinta-feira, abril 03, 2008

Danger! 50,000 Volts!

Adorei o Shaun of the Dead!


E agora descobri que o Nick Frost tem um programa chamado Danger! 50,000 Volts! e nos extras do DVD da série ele colocou uma pérola...


Podem me chamar louco mas o risco de um surto de Zombies é algo a levar a sério, como o Max Brooks tão brilhantemente documentou (meus posts relativos a Max Brooks podem ser encontrados aqui e aqui).

Como infelizmente não vou conseguir apanhar de forma legal este DVD, deixo vos aqui o episódio completo.

Ah, e o Nick Frost recorre à ajuda de um grande caçador de Zombies, Simon Pegg!

Danger! 50,000 Zombies! Parte 1 de 3



Danger! 50,000 Zombies! Parte 2 de 3



Danger! 50,000 Zombies! Parte 3 de 3


quarta-feira, março 12, 2008

Robert Fisk: Offended by Shakespeare? Let's ban him

Into the bin must go TS Eliot, and I guess we’ll have to chuck out Winston Churchill

Saturday, 8 March 2008

When I first read of the nine 14-year-old students at the Jewish Yesodey Hatorah Senior Girls' School in east London who refused to sit a Shakespeare test because they believed the Bard was anti-Semitic, I could well understand their feelings. Their protest against Shylock in The Merchant of Venice – reported in this newspaper last week – seemed well grounded.

However human moneylenders may be ("If you prick us, do we not bleed?"), demanding a pound of flesh from a debtor really does add to the anti-Semitic overtones of Elizabethan literature and – by implication – stokes up the racist fires of our contemporary world. But then – in paragraph four – I came across the killer line. The nine girls were not being tested on The Merchant of Venice at all – they were being examined on The Tempest. It was Shakespeare they were objecting to. If only I and my schoolboy chums had thought of such a wizard wheeze.

Texto completo pode ser encontrado aqui.

Cortesia onegoodmove

segunda-feira, março 10, 2008

Immortel (Ad Vitam)

O Público está a lançar uma colecção de vários autores de BD.

Consegui finalmente ler algo do Enki Bilal, comprar BD dele está fora de questão, os preços mesmo na Fnac são excessivos para mim.

Tenho aqui na Biblioteca livros dele, mas estão em francês...

Do livro em questão apenas li O Sono do Monstro
(Tetralogia Hatzfeld) e gostei muito (bem, sou suspeito, a história remete nos para uma conspiração religiosa que tem por missão destruir todo o conhecimento que ponha em causa "A Verdade", esse conceito que os "crentes" tão desesperadamente exibem como sendo prova da sua ligação pessoal com seu deus).

Notório é também a ligação do autor ao conflito Jugoslavo, que infelizmente permanece ainda hoje latente e pronto a explodir.

É o que dá existirem religiões, não faltam razões para odiar os vizinhos que ousam seguir outras versões do mesmo absurdo.

Tenho de ver se arranjo tempo para com calma ler A Feira dos Imortais, que inicia a Trilogia Nikopol e serve de base ao filme Immortel (Ad Vitam), realizado pelo próprio Enki Bilal.

O L. Laranjo perguntou me pelo filme.

Pois, mais uma vez a resposta é, tirei o filme mas ainda não o consegui ver.

A ver se componho o hardware e depois logo se vê...

Entretanto deixo aqui o trailer do Immortel (Ad Vitam).



Immortel (Ad Vitam) - Wikipédia

Enki Bilal - Wikipédia

Enki Bilal - Página oficial (apenas em francês)

segunda-feira, janeiro 21, 2008

11 Regras que não nos ensinam na escola

Charles Sykes, no seu livro Dumbing Down Our Kids, estabeleceu 11 regras que infelizmente não nos ensinam na escola.

Regra n.º 1: "A vida não é justa; acostuma-te a isso."

Regra n.º 2 "O mundo não se importa com a tua auto-estima. O mundo espera que faças alguma coisa por ele para te sentires bem contigo próprio."

Regra n.º 3: "Não ganharás 40.000 dólares por ano mal saias da escola secundária. Não serás um vice-presidente com carro e telefone ao teu dispor até os mereceres."

Regra n.º 4: "Se achas que o teu professor é exigente, espera até teres um patrão. Este não será tolerante."

Regra n.º 5: "Fazeres hamburgueres não rebaixará a tua dignidade. Os teus avós têm uma expressão diferente para isso – chamam-lhe oportunidade."

Regra n.º 6: "Se fracassares não é por culpa dos teus pais. Por isso, não lamentes pelos teus erros. Aprende com eles."

Regra n.º 7: "Antes de nasceres, os teus pais não eram tão aborrecidos como são agora. Tornaram se assim ao pagarem as tuas contas, limparem o teu quarto e se aperceberem do teu grande idealismo. Por isso, antes de exterminares os parasitas que julgas serem a geração dos teus pais, tenta arrumar o teu quarto."

Regra n.º 8: "A tua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e vencidos, mas a vida não. Em algumas escolas aboliram as reprovações dando-te todas as oportunidades que queres para dares a resposta correcta. Isto, naturalmente, não tem a menor semelhança com NADA da vida real."

Regra n.º 9: "A vida não se divide em semestres. Não terás Verões livres e poucos empregadores estão interessados em te ajudar a encontrares-te contigo próprio. Fá-lo-ás só por ti."

Regra n.º 10: "A televisão não é a vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar a vida de café e ir trabalhar."

Regra n.º 11: "Sê simpático para com os patetas. Há uma probabilidade de vires a trabalhar para um."

Cortesia De Rerum Natura

Versão original das 11 Regras pode ser encontrada aqui, na tradução pode se perder algum do sentido.